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Diabetes pré-gravidez quadruplica risco de defeitos em bebês, diz estudo

Estudo recomenda mães controlar o nível de açúcar no sangue antes mesmo de tentar engravidar para garantir saúde do bebê.

Mães que sofrem de diabetes têm risco quatro vezes mais elevado de dar à luz bebês com defeitos de nascença, segundo um estudo realizado na Grã-Bretanha.

A pesquisa da Universidade de Newcastle, publicada na revista cientìfica 'Diabetologia', analisou mais de 400 mil gestações no nordeste da Inglaterra entre 1996 e 2008.

A conclusão é de que a diabetes aumenta as chances de os filhos nascerem com defeitos tais como problemas cardíacos congênitos e mielomeningocele, ou espinha bífida, o fechamento incompleto do canal da coluna vertebral.

Os médicos já aconselham as mulheres a controlar o nível de açúcar no sangue antes de tentar engravidar. Na Grã-Bretanha, essa recomendação é de que o nível de açúcar fique abaixo de 6,1% antes da gravidez.

Tanto a diabetes tipo 1, que tende a aparecer na infância, e tipo 2, majoritariamente em decorrência da alimentação, levam a problemas de controle do nível de açúcar no sangue, e podem ter como consequência defeitos de nascença, aborto e excesso de peso do bebê.

Na pesquisa da universidade britânica, 1.677 das 401.149 mulheres pesquisadas tinham diabetes.

Nestas, observaram os pesquisadores, os riscos de defeitos de nascença eram de 72 em cada mil nascimentos, contra 19 em cada mil entre as mulheres sem diabetes preexistente.

Segundo o estudo, o nível de açúcar antes da gravidez é 'o fator mais importante' possível de ser controlado pela mãe para evitar anomalias, que normalmente aparecem nas primeiras quatro ou seis semanas.

A coordenadora da pesquisa, Ruth Bell, disse que o número de gestações ocorrendo com pouco controle dos níveis de açúcar 'é mais do que o desejável'.

'É um problema quando a gravidez não é planejada ou quando as pessoas não estão cientes de que precisam de acompanhamento médico antes da gravidez', afirmou.

Para Bell, entretanto, 'a boa notícia é que, com acompanhamento médico antes e durante a gravidez, a maioria das mulheres com diabetes poderá ter um bebê saudável'.

#Dica TRED … Exercicio Físico bem orientado, é uma excelente opção para um boa gestação!

Alimentos que controlam o diabetes

 

Nem toda as pessoas que possuem o diabetes, sabe ao certo o que pode ou não ingerir, por isso acompanhe o texto abaixo e aprenda!

As pessoas que sofrem com o diabetes, precisa manter sempre uma alimentação balanceada e adequada, e não se esquecendo, que a regra das seis refeições bem dividias ao longo do dia também esta valendo.

Os alimentos que devem estar sempre inclusos no cardápios, são os que podem ser preparados tanto no assado, cozido e grelhado.

É de extrema importância que antes de comprar qualquer mercadoria, olhe atentamente nos rótulos e preste bem atenção em questão ao açúcar contido no produto.

Você pode pensar que não, mas o simples fato de mastigar bem os alimentos antes de engolir, ajuda e muito, e não se esquecendo, é claro de beber bastante água.

O cardápio de um diabético, deve estar composto de alimentos que auxiliam no combate a doença, podendo ser este, o brócolis que de maneira expressiva, ajuda e muito na redução dos sintomas.

O brócolis se trata de um vegetal saudável, saborosa e pouco calórica, e possui inúmeros nutrientes como o cálcio e a vitamina A e C.

Resumindo, a grande aliada do vegetal contra a diabetes, está exatamente do cromo mineral, substância esta capaz de deixar a insulina ainda mais eficaz, aumentando a sua resistência em até cem vezes.

BENEFÍCIOS DO BRÓCOLIS PARA DIABETES TIPO I

As pessoas que passam pelo diabetes tipo I, o brócolis é muito bom porque auxilia na produção de insulina, além de neutralizar todos os níveis de glicose alta no sangue.

 

BENEFÍCIOS DO BRÓCOLIS PARA DIABETES TIPO II

Geralmente as pessoas que possuem diabetes tipo II não precisam aplicar insulina, por isso o consumo diário do brócolis faz com que organismo se torne saudável.

 

NÃO PERCA TODOS OS NUTRIENTES

A dica para que consiga aproveitar tudo o que a de bom nos vegetais, é que os ferva pelo menos por três ou cinco minutos antes de ingeri-los.

 

OS DIABÉTICOS PODEM CONSUMIR LIVREMENTE

- Alface, acelga, agrião, broto de feijão, repolho, palmito, abobrinha, cebola, cebolinha, salsa, espinafre, hortelã, jiló, couve, couve-flor, pimentão, pepino, rabanete, maxixe, limão, chá de erva-doce, brócolis, capim-santo e camomila.

 

ALIMENTOS QUE DEVEM SER CONSUMIDOS MODERADAMENTE

Arroz, feijão, farinhas, batata doce, batata baroa, inhame, cará, pão, pão integral, mandioca, torrada, cuscuz, biscoito de água e sal, pipoca, pamonha, canjica, tapioca, lentilha, ervilha, grão-de-bico, soja, abóbora, cenoura, chuchu, quiabo, vagem, beterraba, frango, miúdos, ovos, carne bovina, peixe, leite, queijo, iogurte, requeijão.

Fonte: Blog Express Medical

TRED SPORTS

Diabetes em vídeo

 

Um jeito facil de conhecer sobre o diabetes

Assista, aprenda e previna-se … quanto antes saber como está a sua saúde melhor!

Diabetes e você!

Diabetes é uma doença metabólica caracterizada por um aumento anormal da glicose ou açúcar no sangue. A glicose é a principal fonte de energia do organismo, mas quando em excesso, pode trazer várias complicações à saúde.
Quando não tratada adequadamente, causa doenças tais como infarto do coração, derrame cerebral, insuficiência renal, problemas visuais e lesões de difícil cicatrização, dentre outras complicações.
Embora ainda não haja uma cura definitiva para o Diabetes, há vários tratamentos disponíveis que, quando seguidos de forma regular, proporcionam saúde e qualidade de vida para o paciente portador.
Atualmente, estima-se que cerca de 240 milhões de pessoas sejam diabéticas (cerca de 15 milhões no Brasil), o que significa que seis por cento da população tem diabetes.
Segundo uma projecção internacional, A população de doentes diabéticos a nível mundial vai aumentar até 2025 em mais de 50 por cento, para 380 milhões de pessoas a sofrerem desta doença crónica.

Tred Sports

Informação e Saúde na Internet!

Pesquisa constata que exercício regular baixa glicose com eficácia de medicamento

BOAS NOTICIAS!!!

Uma pesquisa realizada por especialistas do Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA) detectou que exercitar-se regularmente pode baixar o nível de glicose no sangue de pacientes com diabetes tipo 2 com a eficácia de um medicamento. Quando a prática é orientada os resultados são o dobro dos encontrados em quem pratica atividade por conta própria.
As conclusões do grupo de pesquisadores ganharam destaque na Journal of the American Medical Association, uma das principais revistas de divulgação da Associação Médica Norte-americana.
Ao revisar mais de 4 mil estudos publicados nos últimos anos e analisar detalhadamente 47 casos, os médicos gaúchos concluíram que qualquer tipo de trabalho físico ajuda a combater o diabetes tipo 2 – seja aeróbico, musculação ou uma combinação de ambos. Os médicos recomendam pelo menos 150 minutos semanais de exercícios orientados – cerca de duas horas e meia.
O maior benefício, entretanto, é atingido quando o paciente se exercita sob supervisão especializada. "Nesse caso, verificamos que a queda na glicose equivale à provocada quando incluímos um segundo remédio no tratamento dos pacientes", afirmou o cardiologista Jorge Pinto Ribeiro, do HCPA.
De acordo com a equipe gaúcha, um segundo medicamento excedente – aplicado geralmente para potencializar o tratamento – pode ser substituído por uma rotina bem orientada de caminhadas, corridas ou flexões. Quando o paciente faz atividades por conta própria, também consegue reduzir o nível de glicose, mas o benefício cai pela metade.
"Um especialista americano, que escreveu um editorial para o jornal da American Medical Association sobre o nosso artigo, chegou a sugerir que o governo de lá ajudasse a financiar programas de exercícios para a população", explicou a coordenadora do estudo, a endocrinologista Beatriz Schaan.
Também participaram do trabalho os endocrinologistas Jorge Luiz Gross e Mirela Azevedo, os alunos de pós-graduação Carolina Kramer e Daniel Umpierre. O controle da glicose é fundamental para evitar complicações do diabetes, que podem afetar coração, circulação, rins e olhos.

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Fonte: Site Uol

Diabetes: mais um risco para o coração

Quando mal-controlado, o diabetes aumenta – e muito – a possibilidade de infarto ou doença cardíaca.

A doença ocorre quando a glicose, principal forma de energia das células, aumenta sua concentração no sangue. Isso pode ocorrer durante a digestão de carboidratos contidos em alimentos como farinhas, massas, pães, batata, mandioca, doces e açúcares.  
Após o  processo digestivo, a glicose circula no interior dos vasos, sendo distribuída por todas as células do corpo para se transformar em energia. Para entrar nas células, ela depende da insulina, hormônio fabricado no pâncreas. 
Quando uma pessoa tem aumento da gordura abdominal, libera substâncias inflamatórias tóxicas prejudiciais à ação da insulina, causando o diabetes tipo 2.  
Essa é a forma mais frequente da doença em adultos. Mais raros são e continuarão sendo os casos de diabetes tipo 1, causados pela redução da fabricação de insulina pelo pâncreas após uma agressão do sistema imunológico.

 Ao se instalar no organismo, o diabetes segue uma lógica: as células não absorvem a glicose  como deveriam, pois a insulina não está agindo corretamente. Resultado: a glicose e a insulina excedentes sobram nos vasos. Esse acúmulo provoca danos, pois aumenta a formação de placas de gordura que geram coágulos que, por sua vez, podem entupir vasos ligados a órgãos como coração, cérebro e membros inferiores, causando infarto ou AVC (acidente vascular cerebral, popularmente chamado de derrame). Muitas vezes o infarto ocorre antes do diabetes apresentar sintomas ou ser diagnosticado.

Os riscos de um diabético sofrer infarto
 ao longo da vida chegam a 40% 
nos homens e 50% nas mulheres.


 As doenças cardiovasculares estão entre as causas mais frequentes de morte no Brasil. Evitar o diabetes significa afastar essa ameaça. E não é difícil seguir esse caminho. Primeiro, é necessário avaliar a presença de fatores de risco, como tabagismo, excesso de gordura abdominal, hipertensão, sedentarismo, dieta pobre em fibras e história de diabetes na família. 
 Quando esses fatores existem, o acompanhamento com um profissional de saúde promove uma melhora gradual no estilo de vida e reduz o risco de desenvolver a doença em cerca de 60%. Em pessoas com diabetes, a orientação ajuda a reduzir a gordura abdominal e a controlar melhor os níveis de pressão, colesterol e glicose, diminuindo os riscos de infarto e de AVC. Já os que não desenvolveram nenhum fator de risco sabem: boa alimentação e exercício físico regular podem manter o diabetes bem longe. 




















Fonte: Albert Einstein

Diabetes com Dr Drauzio Varella

Diabetes - O Inimigo Silencioso
O Dr. Drauzio Varella explica tudo sobre a doença que afeta 10 milhões de brasileiros.


Bom colocamos as postagens feita pelo fantástico, pois todos tem que saber o que é o Diabetes, como preveni-lo, como tratá-lo e o mais importante, como viver bem com ele.
Estamos aqui para informar que o exercício físico bem orientado por um especialista em grupos especiais faz toda a diferença, então treine com quem conhece a doença e o mais importante que saiba conduzir o treinamento com segurança, pois o a pessoa com diabetes, pode morrer sem sentir dor (por causa da doença).
Importantíssimo Uma pré anamnese (mini avaliação) a cada treinamento, tanto antes, quanto depois, para que você não corra risco e também treinar num horário bem adequado para sua saúde.


Acesse os links



Maioria dos brasileiros descobre diabetes na fase adulta

Primeiro passo para identificar a doença é medir a taxa de glicose. Para evitar complicações, é preciso cortar o açúcar, comer menos carboidratos e fazer exercícios. Acesse o vídeo 


Diabetes é uma das principais causas de ataque cardíaco

Drauzio Varella alerta sobre a importância do tratamento adequado. A diabetes é uma das principais causas de derrame, ataque cardíaco, insuficiência renal e amputação de membros. Acesse o vídeo

Diabéticos com baixa renda têm dificuldade para fazer tratamento
Diabetes exige controle rigoroso. Além de disciplina alimentar e atividade física diária, é necessário acompanhamento médico e aí é que mora o problema para quem não tem plano de saúde. Acesse o video

Crianças e jovens com diabetes podem levar vida normal
O importante é você manter um hábito alimentar no dia a dia que seja o mais rigoroso possível, para você ter liberdade até de cometer alguns excessos de vez em quando. Acesse o vídeo

Sempre atualizaremos este post.

Você tem duvida?
Entre em contato, deixe seu recado

Tred Sports - Informação e Saúde!

DIABETES - O inimigo mais que silencioso

Foi a reportagem do ultimo domingo no Fantástico.


Sempre falamos sobre Diabetes e Exercício, mas sempre é bom reforçar pois mais de 10 milhões de brasileiros são portadores de diabetes. A população de uma cidade do tamanho de São Paulo. Boa parte desses 10 milhões nem desconfia que tem a doença. Está mais do que na hora de mudarmos essa realidade. 


Como descobrir?
O único jeito de saber os níveis de açúcar no sangue é medir a glicose. (com jejum de oito horas para adulto, três horas para criança.)
Se der abaixo de 100, é porque está normal. 
Se o valor for acima de 126, é a faixa de diabetes. (Nesse caso, o exame deve ser repetido no dia seguinte, outra vez em jejum).  Se der acima de 126 mais uma vez, é preciso procurar um médico para fazer outros exames porque esta é a faixa do diabetes. 


Sintomas
Boca seca o tempo todo é sinal de alerta; 
Sede que não passa mesmo quando se bebe muita água é um sinal de diabetes; 
Fome exagerada;
Emagrecimento;
Urina em excesso;
Cansaço;
Dores nas pernas;
Machucados que não cicatrizam;
Visão embaçada. 
Mas mesmo que você não tenha nenhum desses sintomas, faça um exame de sangue para medir a glicose uma vez por ano. 


Sem controle, o diabetes pode virar uma doença muito grave, mas dá para evitar as complicações. É preciso cortar o açúcar da vida e comer menos carboidratos: pão, macarrão, batata, arroz e pizza. Além desses cuidados, é preciso fazer exercícios, dizer adeus à vida sedentária. Atividade física é absolutamente fundamental.
 









A prevenção é tudo!
Mas se você já tem a doença, nunca treine sozinho, treine com especialista em grupos especiais, pois o exercício mal orientado pode agravar a sua situação.



Exercício físico melhora a saúde se feito com frequência

 Exercício físico não deve ser encarado como "vacina" para as doenças.
Médico aponta os benefícios para algumas patologias.



 Hoje em dia, é lugar-comum escrever ou dizer que a prática regular de exercícios físicos traz benefícios à saúde. Observamos que os aspectos mais abordados pelos jornais e revistas dizem respeito à saúde do coração e aos benefícios estéticos e funcionais. Mas, felizmente, as vantagens são mais amplas.
 Desde a antiguidade, o exercício físico começou a ser reconhecido como uma intervenção que traria vantagens para os seus praticantes. Por exemplo, por volta de 1.550 a.C. um médico hindu chamado Susrota descreveu o uso clínico do exercício em diabéticos (ele notou que em torno da urina desses pacientes juntavam-se formigas - pela presença de glicose na urina; isso passava a não mais ocorrer quando eles eram tratados com dieta e exercícios).

 Do ponto de vista científico, as coisas começaram a ficar cada vez mais claras a partir da metade do século XX. Um estudo clássico, realizado em Londres na década de 50, observou que os trocadores dos ônibus de dois andares (que subiam e desciam as escadas diversas vezes ao dia, durante o seu trabalho) tinham menos doenças cardiovasculares do que os motoristas, que permaneciam sentados o tempo todo. Esse mesmo estudo também comparou os carteiros, que caminhavam ou pedalavam vários quilômetros por dia, durante o seu trabalho, com os funcionários das agências dos correios, que ficavam sentados a maior parte do tempo; mais uma vez, os mais ativos tinham menos doenças do coração.


 Mas
os benefícios são se restringem somente ao coração. Diversos grandes estudos científicos mostraram nas décadas seguintes, até os nossos dias, a variedade de benefícios para a nossa saúde:


 :: Doenças cardiovasculares: na prevenção e também no tratamento de hipertensão arterial, doença coronariana, insuficiência cardíaca e doença cerebrovascular;

 :: Doenças metabólicas: na prevenção e como ponto central do tratamento da síndrome metabólica, do diabetes tipo II (não-insulino-dependente), da obesidade e das dislipidemias (colesterol e triglicerídeos elevados);


 :: Doenças respiratórias: na prevenção e no tratamento da asma brônquica; na cessação do hábito de fumar;


 ::
Doenças neurológicas: na prevenção e no tratamento da doença de Alzheimer e outras doenças degenerativas;

 ::
Doenças oncológicas: na prevenção de diversos tipos de câncer, como o de mama, intestino grosso (cólon), próstata e útero;


 Esses efeitos ocorrem por uma série imensa de mecanismos. Os benefícios principais não se restringem a uma menor possibilidade de desenvolver doenças. Para os que já sofrem com elas, o exercício físico serve, muitas vezes, como um excelente meio de tratamento. E, além disso, os estudos são unânimes em apontar o prolongamento da vida como um efeito inequívoco da prática regular de exercícios.

 Na Medicina do Exercício e do Esporte, sempre brincamos, dizendo que "o exercício não é vacina". Assim, para que possamos nos beneficiar, é fundamental que a prática de exercícios ocorra regularmente, pelo menos cinco vezes por semana. Além disso, sempre gostamos de lembrar que o exercício é como um medicamento: deve ser "administrado" na "dose" correta; se a dose for excessivamente baixa, os benefícios não aparecem; se a dose for excessiva, podem surgir os "efeitos colaterais", como lesões musculares e articulares e até a morte súbita. Desta forma, uma cuidadosa avaliação clínica e uma correta orientação são importantes para extrairmos o máximo de benefícios com o mínimo de riscos.

 A prática de exercícios não é algo supérfluo; não é um "luxo", nem algo que seja reservado somente aos que pretendem benefícios de ordem estética. É um instrumento poderosíssimo que pode melhorar a saúde de todos nós. Deve ser encarado como algo tão natural como acordar, tomar banho, escovar os dentes e tomar o café da manhã. Deve ser algo que nos acompanhe por toda a vida, desde a infância até a terceira idade. Desta forma, não somente viveremos mais, mas também viveremos melhor e mais felizes. 

Por Dr. José Kawazoe Lazzoli

Fonte: www.educacaofisica.com.br

Novos cuidados com o coração feminino

Associação Americana de Cardiologia anuncia a inclusão de mais fatores de risco.
Agora, diabetes na gravidez está incluída na lista de ameaças.

Isto É - Independente

A Associação Americana de Cardiologia, referência mundial em saúde do coração, tem se empenhado em mostrar que as doenças cardiovasculares não são exclusividade dos homens. A Organização Mundial da Saúde (OMS) já alerta que essas doenças são a principal causa de morte de mulheres no mundo.

Para facilitar o diagnóstico e a prevenção entre o público feminino, a associação americana divulgou, na última semana, novas diretrizes. No documento, ampliou a lista de fatores de risco, contestou a eficiência de procedimentos preventivos e chamou a atenção para a responsabilidade compartilhada entre médico e paciente na adesão ao tratamento. “Se o cardiologista não pergunta à mulher se ela está tomando o medicamento regularmente ou se conseguiu aderir a hábitos saudáveis, o problema continua”, avalia Lori Mosca, diretora da entidade. As orientações deverão ser seguidas por cardiologistas de todo o mundo.

Ponto de destaque na revisão, a inclusão de novos fatores de risco contempla agora enfermidades tipicamente femininas. Quem teve complicações na gravidez (diabetes gestacional e hipertensão induzida pela gestação) ou tem artrite reumatóide ou lúpus deve buscar um médico para evitar surpresas como a que aconteceu com a arquiteta Maria Ricciardi, 55 anos. Há 20 anos ela sofreu um infarto que assustou a todos. “Eu era nova e era mulher. Quando aconteceu, se falava pouco de infarto feminino.” À época, o único hábito de risco identificado foi o cigarro. Porém, ela também havia tido hipertensão na gravidez-problema que a associação acaba de incluir como fator de risco. Nesta categoria, aparece agora também a depressão. Uma das razões é o fato de a doença prejudicar a capacidade da mulher de se cuidar e até mesmo de seguir orientações médicas – ameaças ao coração. No documento, também estão indicadas medidas de prevenção que ainda carecem de comprovação, de acordo com a associação. Entre elas estão à terapia de reposição de estrógeno (hormônio feminino que tem papel protetor do coração) e a suplementação com substâncias antioxidantes, como a vitamina E (leia mais no quadro).
O esforço da associação americana é reunir conhecimentos da prática médica para preencher a lacuna existente nas pesquisas científicas. A presença de mulheres em estudos sobre doenças cardiovasculares é recente – começou na década de 90. E ainda segue insatisfatória. “Os testes com os remédios anticoagulantes e para o desenvolvimento do stent, por exemplo, foram feitos em voluntários do sexo masculino”, diz Elizabeth Alexandre, da Sociedade Brasileira de Cardiologia e médica do Instituto Dante Paz­zanese, de São Paulo. “A ciência precisa mostrar se os be­nefícios das terapias são os mesmos para mulheres e homens”, avalia Lori. O ponto-chave para isso é entender melhor a influência das variações hormonais da mulher na saúde cardiovascular, em especial na puberdade, gravidez e menopausa.

À medida que a medicina avança novas informações têm sido levantadas. A associação com o câncer é um exemplo. “A Sociedade Brasileira de Cardiologia publicará, em alguns meses, uma diretriz ligando o tratamento contra o câncer às doenças cardiovasculares”, diz Evandro Tinoco, diretor clínico do hospital Pró-Cardíaco, no Rio de Janeiro. Prevenir, nesses casos, pode ser decisivo. Foi o que percebeu a fotógrafa Lenira Carrilho, 51 anos. Dois meses depois de iniciar a quimioterapia por causa de um tumor de mama, ela viu sua pressão arterial aumentar a níveis alarmantes e teve de começar a usar medicamento para controlá-la. “Por sorte havia sido alertada sobre esse risco”, afirma.


Nas recomendações divulgadas pela entidade americana, há ainda a ênfase em tornar mais fácil a adoção de bons hábitos de saúde. “O documento foi um puxão de orelha nos médicos”, considera o cardiologista Marcelo Ferraz Sampaio, vice-diretor clínico do Hospital Oswaldo Cruz, em São Paulo. “Muitos especialistas geram demandas para as pacientes que elas não conseguem cumprir.”
De fato, esse é um dos principais empecilhos a mudanças no estilo de vida. Sem saber, por exemplo, como incluir no dia a dia a atividade física, a pessoa desiste de tentar. Por isso, os médicos americanos orientam que não é preciso passar horas na academia. Mas o exercício é muito importante!

O cuidado é urgente. “Temos tecnologia, remédio e equipamento.

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Quase 70% dos brasileiros morrem de doenças crônicas




Problemas de coração são os que mais matam nessa categoria, diz ministério
As doenças crônicas, aquelas que se desenvolvem lentamente, duram por muito tempo e provocam efeitos de longo prazo para a saúde, são as principais causas de morte no Brasil. Dados divulgados nesta terça-feira (14) pelo Ministério da Saúde indicam que 67,3% das mortes no Brasil ocorrem por causa desse tipo de doença - em 2007, elas mataram 705,5 mil pessoas no país.
As doenças crônicas que mais matam no Brasil são as cardiovasculares, que afetam o coração e o sistema sanguíneo, representando 29,4% das mortes no Brasil. Nessa classificação entram problemas como infarto do miocárdio, AVC (acidente vascular cerebral) e a hipertensão (pressão alta).
Essas doenças têm relação direta com o estilo de vida da população. Apesar de certas causas que não podem ser evitadas, como a questão da idade e a hereditariedade, existem outros fatores de risco que podem ser controlados: fumo, obesidade, sedentarismo, elevação do colesterol e estresse.
Apesar de o número absoluto de mortes por esse tipo de doença ser alto, houve uma queda no índice de mortalidade, que é a relação entre a quantidade de pessoas que morrem por causa do problema e o número de habitantes do país. O ministério diz que a mortalidade caiu 26%, passando de 284 mortes para cada 100 mil habitantes em 1996 para 206 em 2007.
Otaliba Libânio Neto, diretor do Departamento de Análise de Situação de Saúde da Secretaria de Vigilância em Saúde, diz em comunicado que a queda aconteceu em razão do "maior nível de instrução da população e das políticas de prevenção à saúde, como a redução do tabagismo, a promoção de alimentação saudável e o estímulo à atividade física".
O estudo do ministério aponta uma queda de 17% nas mortes por doenças crônicas no Brasil entre 1996 e 2007. Mas há um grupo em que houve forte alta, o diabetes. Os óbitos pela doença cresceram 10% no período, chegando a 47,7 mil mortes, e a tendência se mantém em alta.
O diabetes é uma das doenças crônicas que mais atingem os brasileiros, chegando a 3,6% da população em geral. De acordo com o Ministério da Saúde, o diabetes está se tornando a epidemia do século e já afeta cerca de 246 milhões de pessoas em todo o mundo. Até 2025, a previsão é de que esse número chegue a 380 milhões.
De 2005 para 2008, o diabetes ultrapassou as agressões (homicídios) e se tornou a terceira causa de morte do brasileiro, atrás apenas das doenças cerebrovasculares e das doenças isquêmicas do coração.
Libânio diz que isso acontece principalmente por causa de problemas na alimentação do brasileiro, o que leva ao sobrepeso.
- O diabetes tem relação direta com a obesidade.
E nessa área o Brasil não tem feito a tarefa de casa. A pesquisa Vigitel (Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico), divulgada neste ano, mostra que o percentual dos brasileiros que sofrem de obesidade cresceu de 11,4% para 13,9% entre 2006 e 2009.
A boa notícia fica por conta das doenças respiratórias, como enfisema pulmonar e asma, que tiveram uma queda de 33% na taxa de mortalidade no período. Em dez anos, as internações por asma caíram pela metade. Isso aconteceu principalmente por causa da queda do número de pessoas que fumam no Brasil. Em 1989, os fumantes eram 34% da população, índice que caiu para 16,2% em 2009.
Fonte:R7 15/12/2010

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